
Sonhos o aconchego da vida.
Era 11 de fevereiro, o céu estava estrelado, a noite simplesmente perfeita. Vitória; uma menina de olhos azuis brilhantes, boca rosada, loira de cachos bem definidos, curvas muito bem feitas e por fim doce, meiga. Estava em seu quarto ouvindo sua banda preferida, mas na realidade nem ela sabia porque estava em casa em uma sexta-feira à noite, e uma noite tão linda como aquela.
Ouviu a campainha tocar, não tinha idéia de quem fosse, abriu a porta lentamente, seu coração deu um salto e disparou de tanta alegria; quem ela pensou que havia ido embora para nunca mais voltar estava bem ali, na sua frente.
Emília era linda; seu sorriso iluminava tudo à sua volta; sua alegria contagiava a todos; tinha uma franjinha que dava o toque final.
As duas não conseguiam sequer falar, Vitória sorria como fazia a muito tempo, as lágrimas percorriam seu rosto, mas dessa vez era de alegria, uma alegria impossível de se conter e depois de tanto se olharem, se abraçarem, um abraço forte para matar toda a saudade, para esquecer toda a tristeza, toda solidão, todo vazio e também para esquecer da culpa de não ter dito tudo o que sentia vontade, por não ter dito o quanto Emília era importante e quanto ela faria falta se fosse embora.
Vitória queria se desculpar pelos erros cometidos mesmo sabendo que fez tentando acertar; ela não queria que aquele abraço acabasse, porque não sabia o que viria depois, como serão os próximos minutos, pois como todo aquele tempo que se passou uma coisa ela aprendeu que é preciso aproveitar o agora não e não esperar o futuro.
De repente Vitória sentiu medo de tudo aquilo fosse um sonho; o melhor, mas um sonho, esse medo percorria agora todo seu corpo, sua alma. Medo de que, o que ela pensava ter sido um pesadelo fosse realidade, a mais dura que já havia vivido.
Mas quando toda tristeza havia sido esquecida o sonho realmente tinha acabado e a realidade de que ela tanto temia havia voltado e estava ali a sua volta.
Vitória tinha dormido ao som das musicas que mais gostava e sonhou o que mais queria em toda sua vida que fosse verdade, porém mesmo decepcionada ela sabia que aquele dia seria muito especial, pois a presença daquela amiga ia permanecer com ela, porque mesmo a morte do corpo não mata a alma, se a amizade for verdadeira ela resiste a tudo até mesmo a morte, e fica mais forte, mais intensa; de maneira diferente pois não se vê mais o corpo mas se sente a presença da alma, o coração; se sente o aconchego de antes mas agora através de sonhos como o que acabara de ter. Sonhos que surgem quando mais se precisa deles ou quando menos se espera.
Vih Junqueira.
***Esse não foi um dos meus melhores textos não. Porém esse foi feito pra minha prima / irmã que se foi a 5 anos.
Hoje eu almocei a comidinha da minha mãe tava mto boa, e tem faitec de novo.
Ontem tave bem legal, minha mãe foi, e euzinha, a Cah, a Erika e os meninos zuamos mto.(claro q a Cah sempre faz mais_hauahuahuahauhau).***
Bjinhusss
Vih
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